TRATAMENTO INVOLUNTÁRIO

O que é necessário para o tratamento involuntário?
É importante ressaltar que para essa modalidade de tratamento é exigidas uma série de documentações e registros legais por parte da clínica de tratamento, além de uma equipe especializada em remoção de pacientes dependentes químicos que ofereça segurança e discrição.
São normas reguladoras dos serviços de atenção a dependência química, registros perante órgãos competentes, principalmente o registro de estabelecimento de saúde.
Todos esses registros trazem segurança e tranqüilidade para a família evitando futuros aborrecimentos, segurança para o paciente, pois ele está sendo atendido e tratado por uma clínica regulamentada e fiscalizada, e segurança para a própria clínica por estar trabalhando dentro da legalidade.
Profissionalismo que faz a diferença:
A lei 10.216 de 06/04/2001 exige que na internação involuntária haja um responsável pela assinatura autorizando a remoção, seja por parentesco consangüíneo (1º grau) como pai e mãe, junto com a assinatura da família também há a necessidade da assinatura de um médico responsável, e assim que der entrada na clínica em 72 horas é protocolado no ministério público. É muito importante que a família saiba que reprovamos qualquer tipo de violência e agressividade. Deus tem abençoado que muitos mesmo depois de terminado seu tratamento não querem ir embora da clínica, querem fazer parte da equipe no desejo de continuar o trabalho que a clínica desenvolve junto ao dependente químico. O acompanhamento, outro fator de extrema importância para o tratamento, é realizado por equipe de profissionais, treinados e capacitados, composta por médicos (psiquiatra e clínico), psicólogos, terapeutas, consultores em dependência química, terapeutas ocupacionais, monitores, enfermeiros e outros.